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Cigarro: um alerta para as mulheres

26-04-2018

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o índice de mulheres fumantes tem sido agravado desde 2013. Desde então, busca-se conscientizar que, especialmente as mulheres grávidas ou com idades avançadas evitem o consumo de tabaco, pois ele poderá acarretar em algumas patologias graves.

 Isso ocorre porque as mulheres demonstram ser mais susceptíveis às propriedades carcinogênicas contidas na fumaça do cigarro.

Contendo mais de 4.000 substâncias tóxicas, podemos evidenciar que a nicotina ainda é o composto mais nocivo.

Além de alterações na pele, bem como manchas e envelhecimento precoce, atua também no sistema nervoso, causando entre outras coisas, a diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos, prejudicando a circulação do sangue.

Um fator relevante que deve ser considerado é a baixa autoestima, que inicialmente não é observada quando falamos sobre os malefícios do tabaco, mas é importante relacionar as mudanças que ocorrem na pele, como um motivo importante, pois, o aparecimento de rugas acentuadas onde a musculatura da face exige movimentos repetitivos, como tragar o cigarro e também a irritação nos olhos,  a perda do brilho natural da pele, o ressecamento e o viço, fazendo com que a mulher não tenha uma aparência condizente com sua idade cronológica.

Podemos identificar esta situação como algo que acentua gradativamente o aumento do consumo de tratamentos estéticos que visam minimizar as disfunções estéticas e produtos que amenizam os danos causados não somente pela poluição, mas também o consumo excessivo de cigarro.

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